{"id":215,"date":"2020-02-27T13:17:10","date_gmt":"2020-02-27T16:17:10","guid":{"rendered":"http:\/\/institutoautobahn.com.br\/?p=215"},"modified":"2025-04-10T14:24:00","modified_gmt":"2025-04-10T17:24:00","slug":"livro-franz-hill","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/institutoautobahn.com.br\/index.php\/2020\/02\/27\/livro-franz-hill\/","title":{"rendered":"Franz Hill"},"content":{"rendered":"\n<p><a href=\"http:\/\/institutoautobahn.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Diario-de-Fraz-Hill-de-Alexandre-Hill.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ebook gr\u00e1tis<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"117\" height=\"172\" class=\"wp-image-173\" style=\"width: 117px;\" src=\"http:\/\/institutoautobahn.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Bildschirmfoto-2020-01-29-um-11.01.52.png\" alt=\"\"> <a href=\"https:\/\/cutt.ly\/SlEet60\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Compre online<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\">Precisamente no dia 12 de junho de 1858, h\u00e1 mais de 160 anos, os primeiros imigrantes germ\u00e2nicos contratados por Mariano Proc\u00f3pio chegaram na Esta\u00e7\u00e3o do Juiz de Fora. Tinha sido uma longa jornada saindo de seus pa\u00edses na Europa, velejando pelo Atl\u00e2ntico com dificuldades, chegando ao porto do Rio de Janeiro, subindo \u00e0 p\u00e9 para Petr\u00f3polis e seguindo ao destino final: a Cidade do Parahybuna, como Juiz de Fora era chamada naquela \u00e9poca. Este dia \u00e9 considerado como o marco da imigra\u00e7\u00e3o germ\u00e2nica em Juiz de Fora e em homenagem aos 160 anos da coloniza\u00e7\u00e3o o autor Alexandre M\u00fcller Hill Maestrini, tetraneto de imigrantes germ\u00e2nicos e professor de alem\u00e3o do Instituto Autobahn editou o livro \u201cFranz Hill &#8211; Di\u00e1rio de um Imigrante Alem\u00e3o\u201d, a ser lan\u00e7ado na exata data comemorativa de 12 de junho de 2108.<br> Depois de lan\u00e7ar seu primeiro livro \u201cCerveja, Alem\u00e3es e Juiz de Fora\u201d e tra\u00e7ar um panorama das cervejas artesanais na cidade, o memorialista foi em busca da hist\u00f3ria de sua fam\u00edlia e come\u00e7ou a se questionar porque ocorreram estas ondas imigrat\u00f3rias para a Zona da Mata. O objetivo de suas pesquisas foi inicialmente conhecer as verdades sobre sua descend\u00eancia, mas em paralelo descobriu as hist\u00f3rias parecidas de centenas de fam\u00edlias juizforanas. Al\u00e9m disso Hill procurava sua pr\u00f3pria identidade e suas ra\u00edzes, mas acabou descobrindo respostas para muitas das perguntas comuns aos mais de 50.000 descendentes germ\u00e2nicos que vivem hoje por aqui. Como era a regi\u00e3o de origem dos emigrantes? Quais raz\u00f5es motivaram as pessoas a deixarem sua terra natal? Como foi tomada a decis\u00e3o da emigra\u00e7\u00e3o? Como eram as condi\u00e7\u00f5es no navio? Como transcorreu a vida nos primeiros anos no Brasil? O que permanesceu da bagagem cultural germ\u00e2nica? Entre outras.<br> O leitor passeia por uma hist\u00f3ria prazerosa, educativa e enriquecida com dados de fontes prim\u00e1rias e secund\u00e1rias e com fatos relevantes, resultado de pesquisas profundas em ambos os pa\u00edses de origem e de destino de seu tetrav\u00f4 Franz. Detalhes importantes deste quebra-cabe\u00e7as Alexandre e sua esposa encontraram na Alemanha, em estudos e pesquisas nos arquivos hist\u00f3ricos dispon\u00edveis em Berlin, Hamburg, Wendelsheim, W\u00f6llstein. De volta ao Brasil o casal vasculhou as fontes em Petr\u00f3polis, Rio de Janeiro, Juiz de Fora e online. Assim o Di\u00e1rio de um Imigrante Alem\u00e3o se tornou um resgate, uma s\u00edntese entre a mem\u00f3ria, a hist\u00f3ria e a literatura, onde Hill desvenda as aventuras e desventuras de seus antepassados, que deixaram o pequeno vilarejo de Wendelsheim, na Europa Germ\u00e2nica e se juntaram a tantos outros conterr\u00e2neos no Brasil. Ele tra\u00e7a um panorama real da vida de Franz, reconstruindo sua realidade baseada em hist\u00f3rias paralelas de outros emigrantes, relatos de descendentes e hist\u00f3rias semelhantes j\u00e1 escritas. O di\u00e1rio imagin\u00e1rio, dirigido ao tetraneto do futuro Alexandre, foi escrito em 1861 por seu tetrav\u00f4 Franz e entregue em 2016 atrav\u00e9s do canal atemporal da consci\u00eancia coletiva, relatando suas hist\u00f3rias e mem\u00f3rias entre 1808 e 1861.<br> Em breve resumo do livro, em 1808 a fam\u00edlia imperial portuguesa tinha sido for\u00e7ada por Napole\u00e3o a fugir para sua col\u00f4nia brasileira. Em poucos anos precisou-se abrir as fronteiras e muitos estrangeiros escolheram o Brasil na tentativa de enriquecer. Anos mais tarde o Brasil ficava independente de Portugal e precisava de ex\u00e9rcitos para proteger-se contra Portugal e contra os pa\u00edses do sul, assim em 1824 come\u00e7aram as coloniza\u00e7\u00f5es e diversas fazendas receberam os imigrantes agricultores de idioma germ\u00e2nico. Mas nesta \u00e9poca a realidade do Brasil era a escravid\u00e3o que em 1850 come\u00e7a a sofrer press\u00f5es inglesas para a aboli\u00e7\u00e3o. O Imperador Dom Pedro II motivado em branquear o Brasil desencadeou nova onda de apoio \u00e0 imigra\u00e7\u00e3o e se valeu dos europeus brancos que estavam com dificuldades para sobreviver em meio de uma Europa empobrecida. Quando viram as promessas das propagandas para emigrarem para um para\u00edso, em pouco tempo muitos decidiram vender tudo e embarcar para o Brasil independente. O autor descreve com detalhes a odiss\u00e9ia mar\u00edtima; depois de um m\u00eas de viagem com priva\u00e7\u00f5es os primeiros contratados de Mariano Proc\u00f3pio chegaram ao Rio de Janeiro. Subiram \u00e0 p\u00e9 a Serra de Petr\u00f3polis e seguiram em carro\u00e7\u00f5es por v\u00e1rios dias. Eles vieram andando e admirando a natureza tropical, mas j\u00e1 sofrendo com os insetos desconhecidos e o sol tropical. Por\u00e9m o que n\u00e3o imaginavam era que ao chegarem na Cidade do Parahybuna, em meio aos \u201cBar\u00f5es do Caf\u00e9\u201d, muitas surpresas ainda os esperavam na Col\u00f4nia Dom Pedro II.<br> Ao final o leitor ainda recebe dicas para buscar suas pr\u00f3prias ra\u00edzes: conversar com seus parentes vivos; buscar em cart\u00f3rios as certid\u00f5es de seus pais, av\u00f3s, bisav\u00f3s e etc; pesquisar nos arquivos da cidade e da igreja, nas par\u00f3quias e nos arquivos diocesanos; pesquisar nos artigos de jornais da \u00e9poca, nos aquivos do judici\u00e1rio e nos arquivos hist\u00f3ricos; ler tudo que encontrar sobre os imigrantes e, \u00e9 claro, aprender o idioma de seus antepassados para poder pesquisar nas fontes originais.<br> Encomendas do livro em <a href=\"http:\/\/facebook.com\/diariodefranzhill\">facebook.com\/diariodefranzhill<\/a><br> Por Alexandre M\u00fcller Hill Maestrini<br> alexandre@institutoautobahn.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ebook gr\u00e1tis Compre online Precisamente no dia 12 de junho de 1858, h\u00e1 mais de 160 anos, os primeiros imigrantes germ\u00e2nicos contratados por Mariano Proc\u00f3pio chegaram na Esta\u00e7\u00e3o do Juiz de Fora. 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