{"id":220,"date":"2020-02-27T13:33:09","date_gmt":"2020-02-27T16:33:09","guid":{"rendered":"http:\/\/institutoautobahn.com.br\/?p=220"},"modified":"2025-04-10T14:24:24","modified_gmt":"2025-04-10T17:24:24","slug":"cerveja-alemaes-e-juiz-de-fora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/institutoautobahn.com.br\/index.php\/2020\/02\/27\/cerveja-alemaes-e-juiz-de-fora\/","title":{"rendered":"Cerveja, alem\u00e3es e Juiz de Fora"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>O livro &#8220;Cerveja, alem\u00e3es e Juiz de Fora\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/institutoautobahn.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Cerveja-Alemaes-e-Juiz-de-Fora.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ebook gr\u00e1tis<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.estantevirtual.com.br\/busca?q=alexandre+hill+maestrini+cerveja+alemaes+e+juiz+de+fora\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"197\" class=\"wp-image-163\" style=\"width: 150px;\" src=\"http:\/\/institutoautobahn.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Capa-Alexandre-Hill-ALTA-peq.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/institutoautobahn.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Capa-Alexandre-Hill-ALTA-peq.jpg 1802w, https:\/\/institutoautobahn.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Capa-Alexandre-Hill-ALTA-peq-229x300.jpg 229w, https:\/\/institutoautobahn.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Capa-Alexandre-Hill-ALTA-peq-781x1024.jpg 781w, https:\/\/institutoautobahn.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Capa-Alexandre-Hill-ALTA-peq-768x1007.jpg 768w, https:\/\/institutoautobahn.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Capa-Alexandre-Hill-ALTA-peq-1172x1536.jpg 1172w, https:\/\/institutoautobahn.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Capa-Alexandre-Hill-ALTA-peq-1562x2048.jpg 1562w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><\/a> <a href=\"https:\/\/cutt.ly\/YlErPfB\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Compre online<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Lan\u00e7ado em 2015 re\u00fane relatos de cervejeiros e recupera a origem germ\u00e2nica da cidade, para divulgar o crescente polo cervejeiro da regi\u00e3o. Alexandre Hill Maestrini \u00e9 um juiz-forano descendente dos imigrantes alem\u00e3es que colonizaram Juiz de Fora. Curioso por seus antepassados, come\u00e7ou a pesquisar sobre os alem\u00e3es \u2013 e foi cair, justamente, numa hist\u00f3ria repleta de cerveja. Os imigrantes alem\u00e3es chegaram \u00e0 cidade em 1858, e j\u00e1 em 1861 Sebastian Kunz abria a primeira cervejaria de Minas, a Cervejaria S\u00e3o Pedro. \u201cJuiz de Fora chegou a ter mais de oito cervejarias funcionando paralelamente, gerenciadas pelos imigrantes alem\u00e3es e seus descendentes. Fascinado pela hist\u00f3ria, comecei a procurar os cervejeiros legalizados da cidade e entrevist\u00e1-los.\u201d A pesquisa foi crescendo e ganhando grandes propor\u00e7\u00f5es: Alexandre descobriu, por exemplo, que no exato local da Cervejaria S\u00e3o Pedro hoje funciona a Cervejaria Barbante, de Pedro Peters, descendente de Kunz. Depois de resgatar a trajet\u00f3ria das cervejarias hist\u00f3ricas da cidade e registrar o crescimento dos microcervejeiros locais, o autor come\u00e7ou a encontrar os primeiros homebrewers da regi\u00e3o \u2013 e entrevistou mais de 40 deles. Depois de cerca de 500 horas de pesquisas, entrevistas e revis\u00f5es, ele havia reunido um apanhado cervejeiro da cidade e mais 72 hist\u00f3rias pessoais. O resultado deste trabalho \u00e9 um livro repleto de relatos cativantes de pessoas envolvidas com o movimento artesanal na Zona da Mata Mineira.<br> <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Rede cervejeira<br><\/strong> O livro \u00e9 uma cole\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias. Al\u00e9m da trajet\u00f3ria cervejeira, o autor procurou desvendar as motiva\u00e7\u00f5es e hist\u00f3rias pessoais de cada cervejeiro. \u201cQuando entrevistava os cervejeiros conhecidos na cidade, cada um contava sobre a exist\u00eancia de mais uma dezena de outros cervejeiros caseiros, que tamb\u00e9m produziam suas p\u00e9rolas geladas improvisadamente. Ao procur\u00e1-los, percebi que as hist\u00f3rias eram interessant\u00edssimas e que os homebrewers mostravam uma trajet\u00f3ria de vida que sempre se entrela\u00e7ava com os outros cervejeiros\u201d, conta. \u201cPara dar mais atualidade ao tema e mostrar que o mercado das cervejas especiais \u00e9 um potencial desconhecido que cresce a cada dia, decidi que o livro seria uma s\u00e9rie de relatos que levaria o leitor a impress\u00e3o de ele pr\u00f3prio estar entrevistando o cervejeiro.\u201d Al\u00e9m dos relatos, h\u00e1 um breve panorama da hist\u00f3ria da cidade, incluindo suas origens e o movimento imigrat\u00f3rio alem\u00e3o. Diretor do Instituto Autobahn de Cultura Alem\u00e3, Alexandre tamb\u00e9m v\u00ea no movimento cervejeiro uma forma de disseminar a cultura germ\u00e2nica \u2013 a cerveja sendo um elo da cidade com seu passado germ\u00e2nico, al\u00e9m de uma possibilidade de neg\u00f3cios e para o turismo na regi\u00e3o. N\u00facleo da Zona da Mata, Juiz de Fora j\u00e1 tem a segunda maior produ\u00e7\u00e3o artesanal do estado, atr\u00e1s apenas de Belo Horizonte (Sebrae-MG). O movimento artesanal come\u00e7ou a se fortalecer por l\u00e1 em 1999, atrav\u00e9s dos homebrewers \u2013 momento que coincide (outra vez) com a chegada de alem\u00e3es na cidade, desta vez enviados pela f\u00e1brica Mercedes Benz. O livro desvenda e faz conhecer os integrantes do polo cervejeiro da cidade, o que tamb\u00e9m acaba contribuindo para seu desenvolvimento.<br> <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Zona de homebrewers<br><\/strong> Para colocar a pesquisa nas prateleiras, o autor fez uso do crownfunding, atrav\u00e9s do site de financiamento coletivo Catarse. Foram 63 apoiadores, al\u00e9m do apoio do Consulado da Alemanha no Brasil, do Instituto Autobahn, da Abrasel Zona da Mata, do Sindicato de Hot\u00e9is, Restaurantes, Bares e Similares de Juiz de Fora e do Independ\u00eancia Trade Hotel. Como produ\u00e7\u00e3o independente, a obra pode ser encomendada diretamente do autor (alexandre@institutoautobahn.com.br), que, al\u00e9m de escritor, \u00e9 homebrewer: em 2014, come\u00e7ou a produzir sua Hills Bier. Coincidentemente, nesse mesmo ano surgiu em Juiz de Fora a Acerva da Zona, que em janeiro de 2016 se oficializou como regional da Acerva Mineira. \u201cOs cervejeiros caseiros s\u00e3o a alma do resgate da tradi\u00e7\u00e3o alem\u00e3 em Juiz de Fora de se brassar a pr\u00f3pria cerveja e apresentar aos amigos e apreciadores, com orgulho, um produto de qualidade. Foi tamb\u00e9m como homebrewers que os hoje 11 microcervejeiros registrados da cidade come\u00e7aram suas carreiras de sucesso no setor da cerveja, e \u00e9 deles que veio a dissemina\u00e7\u00e3o das t\u00e9cnicas para os interessados em come\u00e7ar a produzir em casa\u201d, destaca Alexandre. A valoriza\u00e7\u00e3o do hobby cervejeiro, que pode virar neg\u00f3cio, transborda de cada p\u00e1gina. Uma segunda edi\u00e7\u00e3o do livro j\u00e1 est\u00e1 nos projetos do autor, para trazer relatos dos muitos outros homebrewers que conheceu depois do fechamento do livro. Em sua contagem, s\u00e3o mais de 130 cervejeiros no polo Juiz de Fora. \u201cCerveja, alem\u00e3es e Juiz de Fora\u201d, al\u00e9m de resgatar a influ\u00eancia alem\u00e3 em suas origens, serve como documento do atual momento cervejeiro da cidade.<br><a href=\"https:\/\/www.estantevirtual.com.br\/busca?q=alexandre+hill+maestrini+cerveja+alemaes+e+juiz+de+fora\"> Comprar o livro Cerveja, alem\u00e3es e Juiz de Fora <br><\/a> Alexandre Hill Maestrini<br> Editar Editora Associada<br> Ano: 2015<br> P\u00e1ginas: 264<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O livro &#8220;Cerveja, alem\u00e3es e Juiz de Fora\u201d Ebook gr\u00e1tis Compre online Lan\u00e7ado em 2015 re\u00fane relatos de cervejeiros e recupera a origem germ\u00e2nica da cidade, para divulgar o crescente polo cervejeiro da regi\u00e3o. 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